Review: Nokia N9

05/12/2011

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O Nokia N9 é item de colecionador, lindo, rápido, incrível e zumbi. Nada contra os mortos-vivos, claro.

Não vou me alongar aqui sobre o fato de o N9 ser o hardware e design mais interessantes (e, por que não dizer, incríveis) da Nokia nos últimos três anos (ok, teve o N900, que também era sensacional) e uma proposta de software moderna e disruptiva. Melhor definindo, “peça de colecionador”, como ouvi de uma promotora da Nokia em uma loja popular em São Paulo.

Antes do software, uma volta rápida pelo hardware. O N9 é construído em uma peça única de policarbonato (aqui, em preto, mas a Nokia resolveu vender o aparelho por aqui também em azul e magenta, após reclamações iniciais), do mesmo modo que seu irmão Lumia 800, movido a Windows Phone e que chega ao mercado brasileiro em meados de 2012. Fone de ouvido 3,5 mm e duas portas enigmáticas no topo do aparelho:

Ao pressionar a “bolinha” à esquerda, a tampa do conector microUSB se levanta (e grita “não olha feio que vou quebrar logo“, no único ponto fraco do desenho do N9). E basta mover levemente a peça ao lado para a esquerda e soltar o slot para o microSIM.

Sim, um microSIM, em um espaço que me parece caber um SIM card convencional (na falta de um, comprei um chip pré-pago e cortei com uma ferramenta adequada).

À direita, os únicos botões do N9: controle de volume e trava da tela. O resto é direto na tela de 3,9″ (854 x 480 pixels) feita em vidro curvado.

Abaixo fica o alto-falante, e atrás (imagem que abre este post), a câmera de 8 megapixels.

Além do design incrível, o N9 propõe um novo paradigma em software.

O sistema operacional MeeGo usa um novo padrão de interface diferente de tudo existente no mercado (iOS, Android, Windows Phone) com o conceito do Swipe: você arrasta para alternar entre aplicativos, telas e menus. Nada de tela inicial customizável, nada de widgets bobinhos, nada de pastas. E usar o N9 por alguns dias vai fazer você querer “virar” as telas de um iPhone ou Android.

São três telas principais: o menu de aplicativos (uma grande lista), os aplicativos abertos…

E uma tela de atualizações de status/notificações (previsão do tempo, mensagens e redes sociais). No menu principal (imagem à direita), um toque na parte superior da tela mostra o perfil de som, volume e as redes disponíveis. Quer um wallpaper? Só na tela de bloqueio do aparelho (e a questão da ausência de botões é tão interessantes que não é preciso pressionar o botão lateral para destravar o dispositivo em descanso: basta dar dois toques no vidro e o N9 “acorda”).

O processador (TI OMAP Cortex A8, 1 GHz) permite deixar inúmeros e inúmeros apps abertos ao mesmo tempo. Qualquer coisa, é só pressionar a tela multitarefa e fechar o que quiser. Fiquei com mais de 20 apps abertos e zero mudança ou travamentos no N9.

O desempenho da bateria é impressionante também: em um dia (8 horas) de uso intenso de rede (música, 3G, Wi-Fi, e-mail, ligações, Twitter, Facebook, Internet, SMS, mais música), o N9 chegou em casa com 51% de bateria (e quase 20 MB de dados consumidos para download). O aparelho tem recursos de gerenciamento de redes (se tem Wi-Fi, conecta sozinho) e de economia de energia bastante integrados e interessantes. Ah sim, o teclado e a interface do produto estão em português do Brasil (incluindo acentos!)

Quando falei em mortos-vivos no início deste review, me referi ao MeeGo e seu ecossistema. É mais que conhecido o fato de a Nokia já ter dito que o N9 se encaixa no padrão de aparelhos “disruptivos“, para pensar o futuro – sob esse ponto de vista, é uma boa visão do amanhã. No ponto de vista prático, o N9 é filho órfão do projeto MeeGo (criado em parceria com a Intel) – nada de planos anunciados para futuros aparelhos, somente atualizações pontuais do sistema (minha versão de testes estava com a mais recente, PR 1.1, mas a PR 1.2 está a caminho).

Oferta de aplicativos? Sim, um monte, incluindo o kit básico dos apps para qualquer smartphone: e-mail, Twitter, Facebook, Foursquare, Navegador, Angry Birds (com restrições – mais sobre logo abaixo) e o melhor despertador que a Nokia já fez (esse é meu fetiche nos Nokia:só não passei meu N900 para a frente porque é um excelente alarme para acordar. No N9, ele vibra conforme o toque e vai aumentando o volume aos poucos – e para ativar a soneca, basta virar a tela para baixo).

De qualquer modo, com apoio ou não ao sistema operacional, a oferta de apps é razoável para o N9. Tem alguns joguinhos (vem com o já citado Angry Birds e ainda com Galaxy On Fire 2, Need for Speed Shift e Real Golf 2011 instalados), gerais (gatos falantes, editores de imagem básicos, rádios online etc) e, curiosamente, alguns apps em português (dicionários, sites de notícias, religiosos). Só tive problemas ao rodar o Foursquare (que não deu login de jeito nenhum).

Na parte de diversão e multimídia, o N9 é rei. Tem um excelente tocador de música com uma interface que finalmente extermina aqueles CDs para os álbuns sem capa. Falta apenas um equalizador, apesar de a Nokia dizer que usa tecnologia Dolby para reprodução de som.

E o player de vídeo rodou direto arquivos AVI e MKV (incluindo 720p) – só travou em um MKV 720p de 1,5 GB (provavelmente por conta da conversão do arquivo). O player nativo não reconheceu de cara todos os vídeos, porém: para abrir alguns, foi preciso baixar um app para gerenciamento de arquivos (File Manager) e abrir direto (só não funcionou com vídeos MP4 exportados via iMovie, por sinal). Depois, os vídeos apareceram no player.

A câmera do N9 trouxe resultados mistos. Faz boas imagens à luz do dia  bons vídeos em 720p, mas não gostei do gerenciamento de foco (principalmente no modo macro – vou atualizar este item logo mais) e do modo noturno sem flash. Imagem reduzida a 660 pixels…

e seu detalhe a 100% – pouco ruído, um monte de detalhes…

Curiosidade: nas configurações da câmera, existe a possibilidade de inserir o nome do autor da foto para os dados EXIF. Primeira vez que vejo isso em uma câmera. Tem um monte de fotos tiradas com o N9 em set no Flickr.

E vídeos feitos com o N9 (que podem ser enviados direto para o YouTube, por sinal):

(um oferecimento CASA ZTOP)

O navegador do Nokia N9, baseado em HTML5, não oferece grandes novidades em relação ao navegador do N900. Renderiza rápido páginas, marca seus sites mais acessados na tela inicial, mexe um pouco com as fontes e perdeu o suporte ao Adobe Flash (e o buscador padrão é o Google).

Finalmente, o NFC. Sem utilidade prática para brasileiros hoje, o N9 vem com o recurso habilitado para troca rápida de arquivos/contatos/pagamentos, e um aplicativo pronto para isso: Angry Birds Magic – que é diferente do Angry Birds original, pelo menos nos cenários.

Então, fica a dica essencial: se você comprar um N9, já ligue o aparelho na loja para desbloquear os demais níveis via NFC… ou vai ficar com 5 níveis apenas.

Como um bom smartphone moderno, o N9 também permite compartilhar a conexão 3G via Wi-Fi com outros dispositivos.

Outros itens de destaque no N9:

- tem um aplicativo decente para gerenciamento PC e Mac, o Link. Se quiser, também dá para usar via armazenamento de massa USB para transferir dados.

- apesar de sincronizar e-mails com o Google, não encontrei uma opção de sincronizar calendário e contatos (buuu)

- a incrível integração do sistema com Google Talk e Skype (já ocorria no N900): defina seu status nas Contas do N9 e faça chats via Gtalk e ligações Skype nativos do aparelho, sem precisar abrir o app (Gtalk fica nas notificações, Skype, no discador). Bônus track: chat do Facebook também presente.

- além da loja de apps, tem a loja de música (e venda de canções avulsas). O serviço de mapas é o Nokia Mapas (me pareceu igual), mas não usei o serviço de Dirigir (com navegação ponto a ponto).

- para o mundo “office”: o N9 abre formatos .doc, .docx, .xls, .xlsx, .ppt, .pptx, .odt, .ods, .odp, .pdf.

- qualidades de ligação: boas, tanto via celular quanto via Skype.

Pergunta do milhão: eu compraria um N9?

Como dono de um N900, posso dizer que o N9 é a evolução natural (e excelente) da plataforma Maemo/Meego. Como dono de um iPhone e de um Android, posso dizer que o N9 faz tudo o que os outros fazem, mas faltam aqueles pequenos detalhes (leia-se apps únicos e diferentes) que fazem diferença (Instagram, por exemplo) – e um maior comprometimento da Nokia com a plataforma “alternativa”.

Pelo design apenas, o N9 é distinto de todo o resto de “fones sabonete” que infestam os smartphones desde a chegada do iPhone original (está mais para monolito), e esse fator, somado ao incrível e diferente (exótico?) sistema operacional MeeGo, aumentam bastante meu interesse em gastar meus suados reais em um aparelho desses.

Mas já aprendi a lição uma vez com o N900: era incrível, mas ficou para trás, e esse é meu grande temor com o N9 – e por isso prefiro esperar pelo Lumia 800 (quase o mesmo design, OS com grande expectativa de crescimento).

De qualquer modo – com ou sem futuro, zumbi ou não – o N9 aponta para o que a Nokia poderia ter sido (um N9 lançado três anos atrás causaria um impacto enorme), mas também para o que a Nokia pode ser no futuro.

Se você é fã do grande hardware da Nokia e se sentiu órfão do Symbian, mas não quer adotar o Windows Phone, o N9 é sua escolha natural – sendo um colecionador ou não. Eu prefiro esperar pelo futuro.

Resumo: Nokia N9
O que é isso? Smartphone com sistema operacional Meego 1.2 “Harmattan”
O que é legal? Interface diferenciada com Swipe, faz bons vídeos em HD, excelente duração da bateria.
O que é imoral? Câmera sem muito controle de foco para macro, sem equalizador, sistema pode ficar desatualizado
O que mais? Design impecável, boa reprodução de vídeo.
Avaliação: 7,9 (de 10). Entenda nosso novo sistema de avaliação.
Preço sugerido: R$ 1.699 (versão de 16 GB)
Onde encontrar: Nokia

Fonte: Ztop / Henrique Martin


Novo aplicativo do Google Maps exibe interior de estabelecimentos

30/11/2011

Recurso é útil para usuários encontrarem rapidamente o portão de um aeroporto ou o elevador de um shopping; por enquanto, só está disponível para Android.

Perdido no shopping? Confuso no aeroporto? Não consegue encontrar o banheiro do restaurante? O novo Google Maps para Android promete ajudá-lo nessas horas.

A última versão do programa, liberada nesta terça-feira (29/11), exibe os pisos de grandes avenidas. Trata-se de um início modesto para a Google, que pretende, um dia, dispor de uma coleção de mapas internos de edifícios públicos, como hotéis, museus e bibliotecas. A ideia é que o recurso chegue às principais cidades do mundo.

O Google Maps 6.0 exibe também a posição do usuário, representado por um ponto azul, e a atualiza conforme ele vai andando.

Será possível localizar facilmente elevadores de hospitais, caixas eletrônicos de shoppings, portões de aeroportos, entre outras coisas. Nessa primeira etapa, a Google trabalhou junto com os donos de estabelecimentos para adicioná-los ao banco de dados. Em breve, porém, lançará uma ferramenta para que os próprios incluam informações e as enviem para a empresa, a partir deste endereço.

Os arquivos, segundo o diretor de produtos Steve Lee, poderão ser enviados em qualquer formato, de desenhos computadorizados a simples fotografias do local – a Google se responsabilizará por organizá-los. Naturalmente, quanto mais detalhado, melhor.

Leia mais: Google Maps começa a exibir o interior de lojas

Nos testes, a companhia não enfrentou problemas, como queda de sinal no interior dos edifícios. De qualquer forma, há uma opção para armazenar o mapa no disco do dispositivo, de modo que o recurso funcione mesmo que a conexão à Internet caia. Vale lembrar, também, que a ferramenta, a princípio, não mostrará cupons de desconto ou publicidade.

O Google Maps 6.0, por enquanto, funciona apenas em dispositivos com Android, a partir da versão 2.1. O número de estabelecimentos adicionados ao programa ainda é pequeno e se restringe a cidades americanas e japonesas. Não há previsão de quando locais brasileiros chegarão ao programa, mas, como é comum à Google, versões para iPhone e BlackBerry deverão ser lançados em breve.

Fonte: IDG Now! / Juan Carlos Perez


Google X, o laboratório secreto do Google » Arquivo

21/11/2011

De acordo com uma reportagem recente do The New York Times, o Google mantém um laboratório secreto em suas instalações. A publicação revela, ainda, que o co-fundador Sergey Brin seria o responsável por liderar uma pequena equipe no desenvolvimento de protótipos futurísticos, um ambiente praticamente desconhecido da maioria dos funcionários da empresa.

“O laboratório fica em um local não revelado, onde robôs podem andar livre e o futuro pode ser imaginado. É um lugar onde a sua geladeira pode ser conectada à Internet, alertando quando os mantimentos chegam a um nível baixo. Seu prato pode postar automaticamente [nas redes sociais] uma foto do que você está comendo. O robô pode ir para o escritório enquanto você fica em casa de pijama. E, talvez, um elevador para o universo”, descreve, com extrema imaginação, o jornal americano.

Conhecido como Google X – não confundir com a antiga página focada nos usuários de Mac (página espelho do blog Google Discovery) -, o laboratório é uma espécie de caixa mágica onde produtos são inventados e testados. Atualmente, mais de 100 projetos estão em andamento e muitos deles direcionados a resolver problemas com o uso da tecnologia.

Dois destes projetos, porém, já são conhecidos público. Estamos falando da tecnologia de direção autônoma para carros, que foi citada em um artigo anterior aqui no TechTudo, e o Android @ Home, uma iniciativa lançada no Google I/O 2011 que dá, ao sistema operacional móvel, a possibilidade de descobrir, conectar e se comunicar com os aparelhos e dispositivos em uma residência.

As outras criações, segundo fontes do NYT, estariam praticamente em estágio conceitual, longe de qualquer realidade. No entanto, há uma esperança de que Brin poderia vir a aprovar o lançamento de um novo produto até o final do ano, algo cujo os detalhes se mantém em completo segredo.

Enquanto muitas das empresas tentam manter seu foco em seus próprios negócios, o Google tem uma atração por tentar criar novos mercados, segmentos onde as empresas dificilmente colocariam investimentos sem uma boa garantia de retorno. A ideia, se comparado, apresenta grandes similaridades com a Xerox PARC, que nos anos 70 desenvolveu o primeiro computador pessoal (laboratório que mais tarde receberia a ilustre visita de Steve Jobs).

No caso do Google, a robótica parece ser o grande desafio de Mountain View. “Frotas de robôs poderiam ajudar o Google a recolher informações, substituindo os seres humanos que, hoje, registram fotos para o Google Maps. Os robôs nascidos no laboratório poderiam ser destinados às casas e escritórios, onde poderiam ajudar com tarefas mundanas ou permitir que as pessoas trabalhem remotamente”.

Outro foco da empresa está em conectar tudo à web, principalmente objetos e equipamentos. Entre as ideias, estão um regador de jardim que possa funcionar de qualquer lugar, um moedor de café com chave remota e até mesmo uma lâmpada de luz que possa ser ligada ou desligada com um clique do mouse ou um toque na tela de um equipamento com Android.

Para compor a equipe, a gigante de Mountain View contratou diversos funcionários da Microsoft, Nokia Labs, Stanford, M.I.T., Carnegie Mellon e New York University. O grande destaque fica por conta de Johnny Chung Lee, um dos desenvolvedores do Kinect, a tecnolologia de grande sucesso da empresa de Steve Ballmer.

“Atualmente, passo a maior parte do meu tempo com projetos futuros, pois esperamos que estes venham a ser promovidos e ganhem um importantes espaço dentro da empresa no futuro”, disse Brin numa entrevista recentemente, sem mencionar o Google X.

No livro In The Plex, uma citação de Larry Page mostra a visão do CEO sobre a tentativa da empresa em levar a tecnologia para segmentos diferentes. “Eu simplesmente sinto que as pessoas não estão trabalhando o suficiente em coisas impactantes. As pessoas estão realmente com medo do fracasso e, por isso, é difícil para elas fazerem coisas ambiciosas. E elas também não percebem o poder das soluções tecnológicas para as coisas, especialmente computadores “.

O porta-voz do Google Jill Hazelbaker não quis comentar sobre o laboratório, mas disse que investir em projetos especulativos tem sido parte importante do DNA do Google. “Enquanto as possibilidades são incrivelmente excitantes, por favor, tenha em mente que as somas envolvidas são muito pequenas em comparação com os investimentos que fazemos em nossos principais negócios”, esclareceu.

Fonte: TechTudo
Renê Fraga


Intel apresenta chip de 1 teraflops

17/11/2011

 
Rajeeb Hazra, gerente geral da Intel, segura o novo coprocessador de 50 núcleos

São Paulo- A Intel apresentou, pela primeira vez, um chip com mais de 50 núcleos e velocidade de processamento de um Teraflops*, o equivalente a um trilhão de cálculos por segundo.

Desenvolvido para atuar em uma nova geração de supercomputadores, ele é o primeiro produto da linha Knights Corner e foi demonstrado esta semana durante uma conferência em Seattle, nos Estados Unidos.

O chip funciona como um coprocessador,  e foi projetado para realizar as tarefas mais pesadas e complicadas da CPU de um computador.  Segundo a Intel, ele é o primeiro a suportar integração com a interface PCI Express 3.0, que permite transferência de dados duas vezes mais rápida, a 32 gigabytes por segundos.

A primeira vez que a barreira do 1 teraflop foi batida foi em 1997, quando, em parceria com o Laboratório nacional Sandia, nos EUA, a Intel criou uma máquina com 72 gabinetes utilizando 9.680 chips Intel Pentium Pro. O novo Knights Corner possui a mesma velocidade, porém em apenas um chip de 22 nanômetros.

O coprocessador será o primeiro produto comercial da linha Intel com arquitetura MIC, que funciona com um sistema operacional open source Linux. Um dos benefícios da arquitetura é rodar aplicações já existentes sem a necessidade de instalá-las em um novo ambiente de programação, especialmente porque o chip é compatível com os modelos e ferramentas dos atuais processadores x86.

Durante a palestra na conferência, apresentada por Rajeeb Hazra, gerente geral da Intel, a fabricante também apresentou a nova família de processadores Intel Xeon E5 , que será usada em vários novos supercomputadores, incluindo o de 10 Pentaflops “Stampede” , no Texas Advanced Computing Center, e a expansão de 1 Pentaflop do “Pleiades”, da Nasa.

Para 2018, as metas da Intel são ambiciosas: ela deseja multiplicar por cem a velocidade dos processadores, mas apenas dobrar o consumo de energia.  Atualmente, 85% dos 500 maiores supercomputadores do mundo  possuem processadores da Intel.

*Os FLOPS são uma medida de velocidade em computação, que consiste em operações de ponto flutuante por segundo (Floating point Operations per Second). Por isso, a sigla FLOPS sempre possui o S (que se refere a segundo, e não indica plural).

Fonte: INFO Online
Por Paula Rothman, de INFO Online


Google x Facebook: a competição esquenta

16/11/2011

Antes do Facebook e da ascensão do compartilhamento social, o SEO (Search Engine Optimization, Otimização do mecanismo de pesquisa) era rei. Para ter sucesso online, os sites tinham de ser “amigos do Google”. Empresas obcecadas por palavras-chave e nomes de páginas de busca amigáveis: obter uma boa classificação nos resultados de pesquisa era a chave para mais impressões de páginas e consequentemente mais conversões, vendas e benefícios para a empresa.
A ascensão do Facebook é mais que apenas uma mudança fundamental na maneira como usamos a Internet: é uma colisão de culturas. O Google é uma empresa que depende de uma equipe de engenheiros que operam sob a crença de que os algoritmos podem resolver tudo, mas a empresa está apreensiva para criar ou participar em qualquer coisa que coloque o poder nas mãos de outra pessoa. Os concorrentes como Facebook e Twitter veem a Web como uma entidade baseada em pessoas. Há uma guerra fervendo entre esses dois ideais, e os usuários podem ter de escolher lados.

Prosperando no ponto cego do Google
Desenvolvido na Universidade de Harvard, o Facebook criou uma versão fechada da atividade na Internet que o Google não podia ler. Em 2010, o uso da Web do Facebook cresceu 69%, tornando a Internet tradicional e indexada muito menos relevante. No ano passado, a All Things Digital informou que a participação do Facebook de tempo do usuário on-line cresceu de um em cada 13 minutos de uso nos EUA para um em cada oito.
O Facebook tomou mais de meio bilhão de horas de uso de sites como o Google. Ele não depende de pesquisa para gerar seu conteúdo, mas da sua base de usuários; a atividade do Facebook, como informações sobre o usuário, ações, gostos e assim por diante, não pode ser indexada ou arquivada.

Um novo empreendimento
A história do Google com a rede social é quadriculada, para dizer o mínimo. O Orkut, primeira rede social da empresa, foi um enorme sucesso – mas apenas no Brasil. O serviço não acumulou uma base de usuários forte internacionalmente e, finalmente, parecia que a Google havia desistido dele.
Agora, o Google+ é o empreendimento de rede social mais recente da empresa, desenvolvido para confrontar o Facebook e apagar os constrangimentos do passado. Até o momento, as opiniões têm sido amplamente positivas. No entanto, a motivação do Google para se mover na cena social é muito mais complexa que simplesmente “provar que podíamos fazê-lo”. Cada vez há menos atividade acontecendo on-line que o Google seja capaz de ver. Essa não é uma batalha pela sua atenção ou mesmo pelas suas informações pessoais. É uma guerra total sobre onde você estará lendo a Internet no futuro.
Gigantes em curso de colisão
Facebook e Google são esferas concorrentes em rota de colisão. Nos últimos dez anos, temos visto a metamorfose da Web a partir de um armário de arquivamento linear e catalogado de informações, que está sendo dividido por sites sociais fechados. Google e Facebook não veem a Web da mesma maneira, o que significa que eles apresentam visões muito diferentes da Internet. No futuro, os usuários podem ter de escolher qual experiência de Internet que querem e como querem vê-la.
As redes sociais estão evoluindo rapidamente, e os serviços do futuro poderão ter pouca semelhança com os que estamos familiarizados atualmente. Lembra-se do ICQ? IRC? Quadros de avisos? E quem pode dizer o que acontecerá na evolução da rede? Uma nova tecnologia ou processo poder chegar e virar tudo de cabeça para baixo novamente, deixando os especialistas perplexos e transformando sites anteriormente populares em cemitérios. E inaugurando uma era completamente nova.

Fonte: HP


Nokia muda estratégia e anuncia smartphones com plataforma Windows Phone

26/10/2011

Imagens do suposto Nokia com Windows Phone 7; os primeiros aparelhos da fabricante finlandesa a rodarem a plataforma são o Lumia 800 e Lumia 710

Imagens do suposto Nokia com Windows Phone 7; os primeiros aparelhos da fabricante finlandesa a rodarem a plataforma são o Lumia 800 e Lumia 710

A Nokia oficializou nesta quarta-feira (26) uma mudança de estratégia em sua área de smartphones, adotando o sistema operacional Windows Phone nos celulares inteligentes. Os primeiros aparelhos da fabricante finlandesa a rodarem a plataforma são o Lumia 800 e Lumia 710.

Os apresentadores do evento de Londres – entre eles o diretor-executivo Stephen Elop – praticamente não divulgaram detalhes de hardware dos aparelhos. A apresentação dos smartphones foi voltada para a nova plataforma – que substituirá a Symbian – e serviços, mostrando qual é o foco da fabricante.
Somente nos estantes de demonstração foi possível conhecer detalhes sobre o hardware da linha Lumia. O modelo 800 tem processador de 1.4 GHz, câmera de 8 megapixels com lente Carl Zeiss, tela Amoled de 3,7 polegadas, capacidade de 16 GB, e 512 MB de memória RAM. O 710 tem processador de 1 GHz, câmera de 5 megapixels, tela de 3,5 polegadas,  8 GB para armazenamento e 512 MB de RAM.
Os aparelhos serão lançados em alguns países da Europa em novembro, por 420 euros (Lumia 800) e 270 euros (Lumia 710). A data de lançamento no Brasil não foi anunciada.

Os dois aparelhos terão GPS gratuito e um novo serviço também gratuito chamado Mix Radio, que funciona como uma rádio online – o usuário pode baixar arquivos musicais caso queira ouvir as músicas offline.

Estratégia

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Tablet BlackBerry PlayBook chega ao Brasil por R$ 1.299

19/10/2011

Aparelho tem tela de 7 polegadas, sistema operacional próprio e vem para brigar com o iPad e modelos com o sistema operacional Android.

Seis meses após seu lançamento nos EUA e mais de um ano após seu anúncio inicial o PlayBook, tablet da RIM (fabricante dos smartphones BlackBerry) está chegando ao Brasil. Equipado com tela de 7”, sistema operacional próprio e integração com os smartphones da marca, o aparelho vem para concorrer com o iPad e um número cada vez maior de tablets Android.

playbook-360px.jpgBlackBerry PlayBook

O hardware é baseado em um processador dual-core de 1 GHz (OMAP 4430 da Texas Instruments, mesmo do Motorola Milestone 3 e LG Optimus 3D) acompanhado por 1 GB de RAM. Há versões com memória interna de 16, 32 ou 64 GB, todas sem slot para cartões microSD e conexão à internet apenas via Wi-Fi. A câmera de 3 MP é capaz de fazer vídeos em Full HD (1080p). A tela, de 7 polegadas, tem resolução de 1024 x 600 pixels, e dá ao aparelho um tamanho bastante confortável para o uso no dia-a-dia, especialmente como e-Book: são 19 x 13 cm, com 10 mm de espessura e peso de 425 gramas.

O sistema operacional é o QNX, o que significa que aplicativos já existentes para smartphones BlackBerry não rodam no PlayBook. A RIM tem sua própria loja com aplicativos para o aparelho, a BlackBerry App World. Assim como os tablets Android, o navegador do PlayBook suporta animações e videos em Flash, e o sistema operacional permite a multitarefa, ou seja, execução simultânea de vários aplicativos. Uma atualização futura, já demonstrada no exterior, permitirá também a execução de aplicativos Android, com algumas restrições.

Com o software BlackBerry Bridge, pré-instalado no aparelho, o PlayBook pode se conectar a um smartphone BlackBerry, tendo acesso aos e-mails, mensagens do BBM e calendário, além de compartilhar a conexão à internet. Como o PlayBook age apenas como uma "janela" para o conteúdo no smartphone, todas as mudanças feitas em um aparelho são automaticamente sincronizadas com o outro.

A versão nacional do PlayBook vem com alguns aplicativos e conteùdo local pré-instalados, entre eles um cliente para Internet Banking do Bradesco, um aplicativo do Cinemark que permite consultar os filmes em cartaz e comprar ingressos, apps com conteúdo das revistas Época e Exame e do jornal O Estado de São Paulo, o Placar UOL com notícias sobre esporte e um cliente para o Sonora, o serviço de músicas online do Terra, entre outros

Demonstração do BlackBerry PlayBook na CES 2011

O BlackBerry PlayBook estarà disponível no varejo, em lojas como Americanas.com, Fnac, Livraria Saraiva, Shoptime e Submarino. Inicialmente várias lojas estão praticando um preço promocional, com desconto de R$ 350,00, o que coloca os preços em  R$ 1.299 (16 GB), R$ 1.599 (32 GB) e R$ 1.949 (64 GB). A RIM também planeja para breve "Bundles" com um PlayBook e um smartphone BlackBerry. O pacote com um BlackBerry Curve 3G sairá por R$ 1998,00 e com um BlackBerry Bold 9700 por R$ 2198. Uma versão do PlayBook também estará disponível "muito em breve"através da operadora Claro, com preço ainda não definido.

Fonte: PC WORLD
Rafael Rigues


Samsung Galaxy Nexus: o primeiro Android 4.0 Ice Cream Sandwich

19/10/2011

A Samsung anunciou nesta madrugada em Hong Kong seu novo smartphone Nexus Prime, desenvolvido em parceria com o Google e o primeiro com Android 4.0, codinome “Ice Cream Sandwich”. O aparelho será lançado mundialmente em novembro.

Especificações técnicas: o Galaxy Nexus vem com uma tela de 4,65 polegadas (HD Super Amoled, com resolução de 720p), processador de 1,2 GHz (como o Galaxy S II), 16 GB ou 32 GB de armazenamento, 1 GB de RAM, câmera traseira de 5 megapixels com “zero lag” de disparo (=sem espera para clicar) e câmera frontal de 1,3 megapixel, conectividade celular HSPA+/EDGE/GPRS (uma versão LTE também irá para “mercados selecionados”), NFC e, claro, Android 4.0.

Como todos os aparelhos Nexus, o Galaxy Nexus é daqueles smartphones “puros para o Google”, sem interferências de operadoras ou mesmo do fabricante do aparelho. O grande destaque, além do hardware, é o Android 4.0 Ice Cream Sandwich.

Entre as novidades do novo sistema operacional estão a ausência de botões físicos no aparelho, nova interface de usuário redesenhada para multitarefas, notificações, novo browser, travamento de tela via reconhecimento facial, mudanças no Gmail, no software da câmera e na galeria de fotos, maior controle no consumo de dados 3G, entre outros. Veja a demo abaixo:

O preço sugerido do Samsung Galaxy Nexus não foi divulgado (mas o site do Google sobre o produto já está no ar). E desenvolvedores já podem baixar o SDK no Android.com.

Fotos oficiais do aparelho:

Fonte: ZTop


abcDesign inspira com Javier Mariscal: processos criativos de um cara genial

18/10/2011

 

Fonte: abcDesign


Como publicar aplicativos na loja da Nokia

13/10/2011

Nesse webinar, Angelo Nicolay do Instituto Nokia de Tecnologia, explica passo a passo como publicar seu aplicativo na loja de aplicativos da Nokia, detalhando como assinar, publicar e dicas essenciais para que o seu conteúdo seja encontrado fácilmente pelo usuário na loja de aplicativos da Nokia.

Aproveite esse webinar para publicar o seu aplicativo Java ou Web na loja de aplicativos da Nokia e participar do concurso Create for Millions. Não perca tempo! O prazo final para enviar o seu aplicativo é dia primeiro de Novembro de 2011.

13 de Outubro de 2011
3 p.m. New York; 4 p.m. Brasília    

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Fonte: Nokia Developer


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